SANTO ÂNGELO – A 3ª edição do EMiCult – Encontro Missioneiro de Estudos Interdisciplinares de Cultura está com inscrições abertas para artigos científicos e relatos de experiência. O evento reúne estudantes, professores, pesquisadores, artistas, produtores culturais e a comunidade para refletir e debater as atividades criativas e culturais no contexto regional. A programação prevê, para os dias 23 e 24 de agosto, palestras, debates, lançamento de livros e mostra de trabalhos. As atividades acontecerão no campus da URI Santo Ângelo. Nesta edição, a temática abordada é “Onde está o nosso Patrimônio Cultural?”.

O Encontro é organizado pelo OMiCult – Observatório Missioneiro de Atividades Culturais e pelo CCM – Centro de Cultura Missioneira. A realização é do Mestrado e Doutorado em Direito e Mestrado em Gestão Estratégica de Organizações, da URI Santo Ângelo; e do Mestrado em Comunicação e Indústria Criativa da UNIPAMPA – Universidade Federal do Pampa. O EMiCult conta ainda com a parceria do IFFar – Instituto Federal Farroupilha, URI São Luiz Gonzaga e UFFS – Universidade Federal da Fronteira Sul.

O lançamento do evento ocorreu no início do mês, na UNIPAMPA campus São Borja, e contou com palestra da professora Nadir Damiani, uma das coordenadoras do evento, que falou sobre a importância do Patrimônio.
“Buscamos trabalhar em parceria com outras instituições da região, sempre focados na integração regional”, destaca o coordenador do Mestrado em Comunicação e Indústria Criativa, Tiago Costa Martins.
Para um dos coordenadores do 3º EMiCult, Joel Felipe Guindani, o encontro faz um questionamento necessário para o contexto local e regional. “O tema continua questionando, queremos entender como a região compreende o patrimônio cultural”, afirmou.
Em sua explanação, a professora Nadir abordou os significados, relações e diferentes categorias do patrimônio cultural. “Patrimônio não só os bens arquitetônicos e os atrativos turísticos, mas todos os bens, tangíveis ou intangíveis, que são deixados para nós”, explicou Nadir.
Para a professora, a educação patrimonial é uma importante alternativa para a valorização da herança cultural de uma comunidade: “O que é desconhecido você não respeita, você não valoriza. É preciso conhecer para amar e amar para preservar”.

As inscrições de trabalhos completos irão até o dia 12 de junho.

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