Com queda de 4,6%, Rio Grande do Sul teve uma das reduções mais acentuadas

Pela primeira vez em 14 anos, todos os estados brasileiros tiveram queda no Produto Interno Bruto (PIB). O Rio Grande do Sul está entre as unidades da federação com reduções mais acentudadas (-4,6%), sendo superado apenas pelo Amazonas (-5,4%) e Amapa (-5,5%), segundo dados divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  As menores quedas do PIB foram registradas em Mato Grosso do Sul (-0,3%), Roraima (-0,3%) e Tocantins (-0,4%). Os dados são de 2015 e foram divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografica e Estatísitca (IBGE).

Entre 2002 e 2015, os maiores crescimentos acumulados são de Tocantins (112,1%), Mato Grosso (101,8%), Piauí (84,4%), Acre (81,2%) e Rondônia (79,4%). O maior PIB per capita foi o do Distrito Federal (R$ 73.971,05), enquanto o Maranhão teve o menor (R$ 11.366,23). São Paulo é o estado com a maior perda acumulada neste aspecto entre 2002 e 2015: 2,5 p.p., dos 34,9% em 2002 para os 32,4% de 2015.

Cinco Estados são responsáveis por 64,7%

Apenas cinco estados concentram 64,7% da economia brasileira. Com 32,4% São Paulo é o estado que lidera a participação do PIB do país, seguido pelo Rio de Janeiro (11%), Minas Gerais (8,7%), Rio Grande do Sul (6,4%) e Paraná (6,3%).

Entre 2002 e 2015, as cinco maiores economias mantiveram suas posições, exceto em 2013, quando o Rio Grande do Sul caiu de 4º para o 5º lugar, trocando de posição com o Paraná.

As outras 22 unidades da federação, que representavam 31,9% do PIB nacional em 2002, passaram a somar 35,3% em 2015. Ainda que tenham mantido o patamar de 2014, com 4,2% e 1,8%, respectivamente, Santa Catarina e Mato Grosso foram os que mais aumentaram suas participações ao longo da série, com 0,5% cada um.

No geral, o Paraná foi o estado que ganhou mais participação entre 2014 e 2015, com 0,3%, seguido por Bahia, São Paulo, Distrito Federal e Rio Grande do Sul, com 0,2 p.p. cada um. Neste ano, a unidade da federação que mais perdeu neste aspecto foi o Rio de Janeiro, com -0,6%.

Fonte: Correio do Povo

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