Coluna do Orlando #03

COLUNA DO ORLANDO – Confira os comentários de Orlando Desconsi. Nesta semana ele aborda questões alusivas à Reforma da Previdência. Acesse e saiba mais!

Coluna do Orlando #02

COLUNA DO ORLANDO #02 – Confira a coluna de Orlando Desconsi. Impedido de publicar suas opiniões em veículo local de comunicação – a Gazeta Regional, Desconsi passou a divulgar seus textos no site da Revista Afinal com grande repercussão. Acesse e confira!

Coluna do Orlando

Impedido de publicar sua coluna em jornal local, Orlando Desconsi terá espaço em nosso site e, semanalmente, estaremos publicando seus comentários sobre política e o cotidiano do país aqui neste espaço e linkados em nossas redes sociais. ACESSE e CONFIRA!

Cantando ao vento

Não basta ser poeta, cantor de chuveiro, romancista de gaveta ou ator de tramas individuais e secretas. Por outro lado, não carece saber quantos discos de ouro já ganhou, quantos Grammy´s foi indicado, se ficou de fora do Prêmio Açorianos, importa estar vivo, em pé, tocando violão em plena rua, iluminando o sol e quem sabe preparando a tarde para a chegada da lua. TEXTO DE SÁVIO HERMES. Confira!

Em defesa da Universidade!

OPINIÃO – Professor Ivann Carlos Lago, diretor da UFFS Campus Cerro Largo, manifesta sua opinião em defesa da universidade pública. “Pelo simples fato de pensar e de ensinarem a pensar, as universidades e seus profissionais se tornaram, de repente, alvo da mediocridade que vê no pensamento divergente algo a ser destruído, aniquilado”. CONFIRA O TEXTO NA ÍNTEGRA.

Fazimento

Ainda sobre o ginásio Moroni, na trilha do que pode ou não ser feito com ele, tivemos a honra de ver nosso prefeito ir até a imprensa falar do que poderia ser feito com o nosso estimado ginásio. ACESSE e LEIA MAIS

O crime de Saramago

Novo colunista. Iur Priebe de Souza. Santa-rosense, lá da Guia Lopes, filho do seu Dionísio. Confira!

Homo-fácil: vivemos a era das opiniões e do clichê

OPINIÃO – O Homo Fácil é preguiçoso? É só uma nova espécie, que não quer ler, estudar e pensar? Talvez, mas não só. Confira o texto de Contardo Calligaris. Escritor, psicanalista e dramaturgo italiano radicado no Brasil. É colunista da Folha de S. Paulo.

As Mulheres em: “O Conto da Aia” (?)

COLUNA – Texto de estreia da colunista Sabrina Ferraz, formada em letras pela UFFS Canmpus Cerro Largo. A partir de agora, seus textos serão publicados pela Revista Afinal. Nesta postagem, ela aborda a questão do direito da mulher sobre seu próprio corpo, levando-se em conta os tempos obscuros, de falso moralismo, onde até mesmo um parlamentar estreante apresentou projeto para proibir o uso de anticonceptivos. Confira o texto, curta, comente e compartilhe com seus amigos.

Nem mais, nem menos

VIOLÊNCIA – Quando assunto tão delicado e importante povoa o noticiário, os jornais, as redes sociais e é o tema do café, do almoço, da janta e dos intervalos cada um/a tem solução: “precisa tirar as crianças do tráfico”, “tem que ter pena de morte”, “bandido bom é bandido morto”, “a educação, a saúde e a cultura precisam subir o morro”, e assim por diante. Percebem a neutralidade dos verbos? Afinal, quem é o sujeito executor de tais ações? Se a pergunta for dirigida a alguém na rua provavelmente a resposta será: “o governo.” Mas, o que é o governo? Quem é o governo? CONFIRA O TEXTO DA PROFESSORA ANA MARIA DE OLIVEIRA

O Imposto Sindical e os Sindicatos

OPINIÃO – Confira a coluna de Paulo Schmidt, presidente do Sindicato dos Bancários de Santa Rosa. Schmidt destaca no texto, que o imposto sindical serviu para manter estruturas arcaicas, sindicatos de fachada e peleguismo sindical. Argumenta ainda que essa discussão é casuísta e pouco criativa. LEIA MAIS…

Agora que o pato foi pago devemos silenciar o coaxar dos sapos

DROPS DO JUCARAI – Nosso colunista de política volta com toda a verve. (ou seria ferve?). Bem, vamos adiante! O Drops (não Dops!) do Jucarai está mordaz e ferino. Atacou o pato e agora vai pra cima do sapo! Que falta de amor aos bichinhos!.. mas, enfim, o texto está aí para ser digerido ou… regurgitado! ADELANTE!

Feminicídio, quando o ódio ao feminino, provoca o extermínio de mulheres. 

CERRO LARGO – Os índices da violência contra mulheres são alarmantes e de todo tipo: 1 estupro a cada 11 minutos. 1 mulher assassinada a cada 2 horas. 503 mulheres vítimas de agressão a cada hora. 2 espancamentos a cada 2 minutos. Dentre 1.070 ocorrências de feminicídio, entre os anos de 2015 e 2016, 195 dos casos foram registrados apenas no Rio Grande do Sul (o estado que apresenta o maior índice em números absolutos), uma média de 2 casos por semana . Confira o texto da professora Sandra Vidal Nogueira e Elieser Silva.

Uma eleição sem Lula como candidato defrauda a própria soberania popular

Antigo ministro da Justiça de Lula da Silva é um dos principais defensores do ex-presidente, que na quarta-feira pode ser condenado em segunda instância por corrupção e ficar afastado das presidenciais de outubro. Ao DN, Tarso Genro diz que o Partido dos Trabalhadores (PT) não quer falar de um plano B. O ex-governador de Rio Grande do Sul fala em reproduzir a “geringonça” portuguesa no Brasil. CONFIRA!

Garotos da Rua, do céu e da terra (por Jaqueline Grando)

GAROTOS DA RUA – A lendária banda Garotos da Rua se apresentou no Clube Concórdia no último sábado, dia 23, em evento promovido pelo Pirata’s Pub que comemora três de fundação. Nossa repórter especial Jaqueline Grando esteve lá e conta para nós como foi curtir a banda que alcançou sucesso nacional nos anos 1980. CONFIRA!

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Em uma República, nenhum poder é maior do que o dado aos juízes. Do suposto que será exercido com imparcialidade, o Estado os permite fundamentar decisões que podem restringir liberdade ou retirar bens de pessoas, apenas argumentando que algo é verdadeiro, legal e justo.

É por isso que o juiz, salvo em Estados totalitários ou de exceção, não pode agir de oficio, pois corre o risco de perder a imparcialidade, fundamental para que possa pautar sua atividade pela legalidade estrita.

Notícias veiculadas na imprensa e não desmentidas, mostram claramente que Sérgio Moro deixou de ser juiz há muito tempo. Virou político. E um político extremado, declaradamente contrário às garantias que fundamentam a função que exerceu e jurou respeitar.

As pessoas que defendem seus atos o fazem porque se veem como coautoras no papel de justiceiras agindo contra seus desafetos.

Duvido que qualquer indivíduo sensato, por mais honesto que fosse, dormiria tranquilo se soubesse que um juiz, com todo o poder que ele tem - e apoiado pelas instituições que deveriam controlá-lo - é seu inimigo e está fazendo uso da função em que foi investido para tramar contra si. (do professor Paulo Joel Bender Leal)
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