Café na Web com Cláudio Joner

Café na Web com Cláudio Joner

SANTA ROSA – Confira o programa ‘Café na Web’ apresentado por Gerson Rodrigues. Ele recebe o produtor cultural, músico e psicólogo Cláudio Joner para um bate-papo e um café na Taverna Vertigo. ACESSE e CURTA

Clarice Lispector no Clube de Leitura

Clarice Lispector no Clube de Leitura

SANTA ROSA – “Todos os contos”, de Clarice Lispector, foi o livro escolhido pelos participantes do Clube de Leitura da Biblioteca Pública Municipal Olavo Bilac para a atividade do mês de abril. LEIA MAIS

Ricardo Lewandowski: Direito como tópica 

Ricardo Lewandowski: Direito como tópica 

BRASÍLIA – Confira o texto do Ministro do STF Ricardo Lewandowski, que aborda a relativização jurídica e pede respeito às garantias constitucionais, em especial a presunção de inocência. CONFIRA!

Trabalhadores rurais preparam o 8º Grito da Terra

Trabalhadores rurais preparam o 8º Grito da Terra

SANTA ROSA – O 8º Grito da Terra já tem data definida. Será dia 17 de maio em Santo Ângelo. O pré-lançamento ocorreu na última sexta-feira (06), no auditório do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santa Rosa com as presenças de autoridades locais e regionais, além de representantes dos sindicatos de trabalhadores rurais da região Fronteira Noroeste e Missões. ACESSE e SAIBA MAIS

Bancários: campanha salarial definirá o futuro da categoria

Bancários: campanha salarial definirá o futuro da categoria

SANTA ROSA – O presidente do Sindicato dos Bancários, Paulo Schmidt, chama a categoria para a unidade, vislumbrando as dificuldades que deverão enfrentar na próxima negociação com os banqueiros. No editorial, Schmidt alerta para o novo cenário conjuntural com a Reforma Trabalhista em vigor, onde se permite negociar abaixo do que prevê a Legislação. ACESSE e LEIA NA ÍNTEGRA.

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#Dissídio

REJEITADA POR UNANIMIDADE A CONTRAPROPOSTA DO PREFEITO VICINI

SANTA ROSA - Em assembleia realizada nesta quarta-feira (18), no auditório do Colégio Concórdia, a contraproposta apresentada horas antes pelo executivo municipal, foi rejeitada por unanimidade.

Motivo de pilhéria entre os presentes, o reajuste de 0,56% na folha de abril mais 2% em novembro, sem retroatividade, além de 7% no vale alimentação, de R$ 250,00 para R$ 257,00 - ofertado pelo prefeito, conseguiu unir o plenário na rejeição unânime da contraproposta. "Proposta ridícula", declarou uma professora que não quis se identificar por medo de represálias.

O sindicato protocolou no dia 15 de março junto à prefeitura, a pauta de reivindicações com 15 itens, entre os quais o reajuste de 4% de aumento real mais o INPC do período.

O professor Jonas Fusiger, vice-presidente do sindicato, fez a leitura na íntegra dos quinze pontos da contraproposta. Desses, apenas dois foram aprovados pelo executivo municipal.

O prefeito Vicini havia declarado em entrevistas que o sindicato não permitia o diálogo. O presidente Derli Soares se contrapôs exibindo a data do protocolo da pauta de reivindicações – 15 de março, e somente 30 dias depois, duas horas antes da assembleia, a contraproposta foi entregue no sindicato.

Chamou atenção de todos o depoimento de uma funcionária de escola que atua em serviços gerais, que, emocionada, declarou que o prefeito mente quando diz que nenhum funcionário recebe menos que o salário mínimo. Ela afirma que na sua folha de pagamento o valor está abaixo do salário mínimo.

O representante dos aposentados manifestou a tristeza dos aposentados que foram excluídos de receber o vale alimentação.

A assembleia dos servidores também avaliou a oferta do executivo de transferir a Previrosa para o Liminha. O entrave está no dispendioso valor das reformas que terão que ser feitas no local, superando R$ 300 mil.

Por fim, o convênio com a Unimed entrou em discussão. A assembleia recusou o índice apresentado pela empresa.

A assembleia não foi dada como encerrada, permanece em aberto, e já na próxima semana, haverá prosseguimento das discussões que envolvem salários e benefícios dos servidores.

Confira os registros!

Texto & Fotos: Gerson Rodrigues / Afinal Press
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PRESIDENTE DO SINDICATO DOS SERVIDORES CONVOCA A CATEGORIA PARA ASSEMBLEIA LOGO MAIS NO COLÉGIO CONCÓRDIA

Confira!
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>> Nota oficial do Sindicato dos Comerciários <<

COMÉRCIO ABERTO AOS DOMINGOS E FERIADOS, A QUEM ATENDE ESSES INTERESSES?

A discussão volta à tona em nosso município. Tema que já ocorreu em outras épocas e administrações municipais. Assunto extremamente polêmico e complexo, conforme convicção de quem está inserida nesta questão. Em países como a França, Alemanha, Austria e Portugal o comércio não abre aos domingos. Já na Inglaterra, Itália e Espanha o comércio opera com algum tipo de restrição. Nosso entendimento já é conhecido pela sociedade e nada mais apropriado expormos novamente para debate. Em estudo realizado pela USP (Dpto. Administração) conclui que:

1. Do ponto de vista econômico conclui-se que não há geração expressiva de empregos, nem tão pouco aumento significativo da atividade econômica. Além disso, os custos operacionais são aumentados, prejudicando particularmente os pequenos negócios. Para os comerciários há o inconveniente da privação do seu direito ao descanso semanal e redução do convívio familiar.

2. O nível de atividade é uma questão central: o funcionamento do comércio aos Domingos provoca uma expansão das vendas ou apenas e tão somente uma redistribuição das vendas entre os dias da semana? Se houver apenas uma redistribuição das vendas é provável que haja somente um aumento de custos. É bem possível também que não ocorra verificando-se essa situação movimento ascendente do emprego.

O estudo também revela dados significativos em municípios brasileiros onde possui legislação para a abertura do comércio aos domingos, revelando dados interessantes que vem de acordo com o que sempre argumentamos:

• não se observou impactos significativos sobre as vendas em decorrência funcionamento do comércio aos Domingos;

• verificou-se uma alteração da distribuição das vendas entre os diferentes segmentos, beneficiando as lojas de departamento;

• constatou-se também uma mudança no padrão de distribuição das vendas entre os dias da semana. Com o comércio aberto aos Domingos verifica-se um aumento das vendas nos Sábados e Domingos e um decréscimo nas Quintas e Sextas.

Evidentemente com relação ao consumidor, a abertura do comércio em domingos e feriados representa uma comodidade a mais. O estudo também revela que as pessoas/consumidores com maior poder aquisitivo são mais favoráveis a abertura do que as de menor renda.

E a quem interessa essa mudança da legislação do horário comercial?

Claramente aos grandes grupos. Ou essa “volta” ao tempo nada tem haver com a possibilidade de implantação de uma grande rede do comércio varejista?

E quem perde com isso?

Os pequenos empreendedores do comércio local os quais são submetidos ao jogo jogado de acordo com interesses de possível investimentos no nosso município.

Somos contrários a vinda de grandes empresas no comércio varejista?

Não. De forma alguma. Todas são e serão bem vindas, desde que não se altere as regras do jogo, favorecimentos ou alterações da legislação municipal quanto ao horário do comércio.

Estamos abertos ao diálogo. Mas não fugiremos de nossa convicção.

Nestor Idair Kalsing
Presidente do Sindicato dos Comerciários
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